
Hoje não me sinto no mundo, há dias venho me sentindo assim.
Tenho me afastado, de tudo, de todos. Não sei se é a melhor coisa a fazer, mas certeza de que não é a certa, isso eu tenho! Muitas indignações me cercam, muitas revoltas e decepções. Só peço perdão, nada mais a declarar. Até por que nessa altura do campeonato, me responsabilizo pelos meus atos, sim.
Embora muita gente critique, pergunto-me calado em meio à escuridão que me cerca. Do que mais me serve isso tudo? Tem gente falando o que não deve, tem gente falando demais, tem gente cobrindo-se de falso moralismo e cobrando uma consideração que faltou-lhe bem diante do nariz quando estive cara-a-cara.
Fiz errado? Ótimo, isso quer dizer que sou normal.
Apanhei? Melhor ainda. Joelho no milho não é só pra criar calo.
Do que mais tens a falar, meu bem? Da dívida que foi escondida atrás de uma amizade? Da divida que foi criada oportunamente pra derrubar teu rival após "pular do barco"?
Quantas responsabilidades que nem são minhas...
Realmente choro demais pra quem não merece. Essa é a nossa diferença. Mas prefiro isso a ter que chorar com o travesseiro e morrer sozinho escondendo-me atrás dos elogios interesseiros que te cercam. Vivo do meu, não dos outros.
Amo nossos sentimentos contraditórios...
Para o resto, que fique o resto.
Para os que acreditam na beleza da cor, no perfume da flor e no caráter... Meu muito obrigado.
Minha honrosa atitude se fará valer, aposte!
Sei o que sou, não o que me fizeram...
Ainda tenho muito pano pra tecer... Muito não pra levar... Muito o que chorar... Mas muito o que celebrar!
É a vida... Alto, baixos, baixos, baixos... ALTO!
Só não posso ficar parado, embora não me sinta no mundo... ainda.
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